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24 abril, 2012

Os casais mais fofos dos livros! [parte 2]

Oie gente, desculpe por demorar tanto para fazer a segunda parte do post Os casais mais fofos dos livros!, mas agora estou aqui com mais quatro casais literários super fofos! Não estou muito inspirada para escrever um post desse tipo (sem comentários, por favor), mas vou tentar o meu melhor. Afinal, estes são os meus outros casais preferidos! Eles trazem mais um pouco do amor que tem nos livros (mesmo que custe um pouquinho de achar fora deles) e com que nós tanto queremos. E além do mais, são ótimos guias para sair procurando um amorzinho desses (resumindo: dê uma de Sherlock Holmes romântica, vai fazer efeito).


Fani e Leo de Fazendo meu filme

Esses dois tem uma história bem complicada. Se em um livro eles têm cerca de um milhão de encontros e desencontros, imagine em quatro! Chega um momento que dá pena e vontade de chorar! A Fani sempre se considerou a melhor amiga do Leo, enquanto ele sonhava com a garota todos os dias... Demora muito, mas ela finalmente se toca do que seu grande amor (ignore o sarcasmo) está se afastando. Percebe, só que tarde demais... Fani passou em primeiro lugar num intercâmbio de um ano na Inglaterra e a data de partida está se aproximando. E mesmo depois do intercâmbio, será que esse amor vai conseguir atravessar todos os problemas e confusões? Eu cheguei no terceiro livro, e estou com medo de que termine um de cada lado! Mas também, Fani, você é muito burrinha, não é? Cada coisa que ela faz...


Ailly e Flynn de O país do vento
Eles são tão fofos que chega a doer (mentira, não dói. Talvez só um pouquinho)! Ailly (como eu falei na resenha) é aquela garota explosiva e briguenta, mas bastou aquele mais teimoso que ela, bonito e carinhoso chamado Flynn entrar no coração dela que Ailly despencou (não literalmente). Eles se conhecem quando ela chega à Corte de Soulin, a corte do mundo das fadas, descobre que é a princesa e tudo vira de ponta cabeça. Basta algumas discussões entre aparentemente amigos que eles ficam pensando um no outro o tempo todo. E basta eles se meteram em confusão pela primeira (e não última) vez que dá para sentir: romance no ar!


Clary e Jace de Os instrumentos mortais
Ahh... Estes são o melhor exemplo de amor impossível. Desde que Clary descobriu que é uma Caçadora de Sombras, sua vida parece uma montanha-russa. Ela entra em constante conflito com Jace, o Caçador que é arrogante e teimoso, mas não demora para que eles compartilhem um sentimento em especial (seguido de um beijo) para que descubram que são... irmãos! Dá vontade de bater! Clary e Jace são simplesmente lindos juntos, mas não podem namorar, mesmo que o amor não tenha diminuído. Pelo contrário, só aumenta. Dá para ver isso pelos comentários e pensamentos que às vezes eles soltam. Mas eu não acredito que eles são irmãos!


GoneSam e Astrid de Gone
O romance pode vir de qualquer lugar... Sam e Astrid que o digam! Depois que todos com mais de quatorze anos desapareceram de Praia Perdida, os conflitos com os valentões e a Academia Coates, a insegurança e o medo tomam conta de todos, absolutamente todos. Além de todas aquelas dúvidas gerais, como: o que é aquela barreira esquisita do outro lado da rua?, será que alguém vai sumir amanhã? e  quanto tempo esse terror vai durar?, entra também Será que gosta de mim? Sam, o garoto que uma vez se destacou e logo depois foi esquecido, sempre notou Astrid, a garota loura gênio da escola. Astrid, por sua vez, nunca demonstrou interesse, até aquele dia... Gente, é muito fofo! ^^



Ok, esses foram os casais mais fofo n° 5, 6, 7 e 8 dos livros! Espero que tenham gostado, afinal, isso deu um trabalho enorme. E que se inspirem muito nos romance, porque eles sempre dão um colorido básico ao preto-e-branco (frase sem experiência própria)! E não liguem para meus comentários idiotas, estou me sentido muito bem hoje!

Resenha O país do vento de Amanda Steilein

O país do vento - a batalha das fadas foi escrito por Amanda Steilein. Editora Multifoco, 364 páginas.

O País do VentoSinopse:
Uma profecia prevista há muito define o destino de Ailly e Flynn de Soulin, um elfo particularmente estranho, moldando um futuro incerto e instável demais para que Ailly possa prever. Os Corrompidos não terão piedade. O último dragão ressurgirá. Chegou a hora do povo mágico parar de se esconder. Fadas, elfos e duendes. Uma Profetisa do Destino e um Dominador do Fogo.
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Eu não sei bem o que esperava desse livro. Talvez só uma historinha básica das fadas, um romancezinho meloso e uma luta sem nada de importante no final.

Quer saber? Esqueça tudo o que você pensa dele e leia.

"O país do vento" é imprevisível. Isso eu posso dizer; ele é imprevisível de um jeito bom. Bem, acontece um monte de coisas malucas maravilhosas.

Ailly é uma garota de quinze anos recém-completados e descobre que é uma fada. Desculpe, uma fada princesa. Claro que isso é importante. Ailly sempre foi a garota de socava o primeiro que a provocava e adorava coturnos, além de repelir todo e qualquer relacionamento fora do círculo familiar.

Então, na Corte de Soulin, ela conhece Vaiola Sinead, uma condessa adolescente muito fora, que se torna sua primeira amiga, e claro, conhece Flynn de Soulin, um garoto de dezoito anos que também se torna seu amigo... Junte uns carinhas do mal chamados de Corrompidos que querem "dominar o mundo", ou melhor, o mundo das fadas, e um professor duende de história que tem um passado suspeito.

Você já pode imaginar como é "O país do vento".

É quase uma sátira às mocinhas dos livros do tipo não-me-toque. Ela é durona, soca todos (já comentei), muuito teimosa e explode com qualquer coisa. E dá pra ver que Ailly ama sarcasmo. E eu a adorei por isso. O livro é cheio dos seus comentários fora de hora que são os meus preferidos. Mas não pensem que ela é uma pedra de fria. Não! Bastou entrar na história o Flynn, balançar o coração da protagonista que ela fica completamente perdida. Dá até pena do Flynn.

O Flynn. Ele é quase mais teimoso e durão que Ailly, mas não demorou muito para que assumisse que estava caidinho por ela. Aii, ele é muito fofo! :D

Só teve alguma coisa que, oi foi furo, ou eu perdi uma parte da história (tenho mania de ler rápido e pular algumas palavras, às vezes até um parágrafo). Quando eles estão procurando o pai da Ailly, dá tudo aquilo (que eu não vou contar) e depois ele aparece do nada. Quer dizer, hã? Não entendi isso.

E também aquela parte do julgamento, quando a "não-vou-dizer-o-nome" acusa o "também-não-vou-dizer-o-nome", poderia ter sido mais emocionante. Claro que foi um barraco completo (eu amo barracos), mas aquele argumento foi pouco. Poderia ele ter feito mais coisa, ou terem provas mais concretas.

Resumindo: LEIAM ESSE LIVRO AGORA MESMO!

É muito bom, gente, vocês não tem noção do que estão perdendo! Super recomendo! S2
 
PS.
Resenh original do Skoob.

07 abril, 2012

Resenha Fazendo meu filme 3 de Paula Pimenta

O roteiro inesperado de Fani, terceiro volume da série Fazendo meu filme, foi escrito por Paula Pimenta. Editora Gutenberg, 419 páginas.

Fazendo Meu Filme 3"Um turbilhão de sentimentos e emoções. Assim podemos definir o terceiro volume de Fazendo meu filme. No mais intenso livro da consagrada série, Fani, agora com dezoito anos, volta da terra da rainha mais segura, mais madura, e logo se dá conta de que já não é mais a mesma menina que viajou para a Inglaterra, cheia de anseios e temores. Agora, as expectativas estão voltadas para o vestibular e o tão sonhado namoro com Leo. Mas, como em um bom filme, sua vida é cheia de surpresas, alegrias, decepções e conflitos. Estefânia Castelino Belluz terá de fazer escolhas difíceis e corajosas. Seja em confusões no namoro, nas dúvidas do vestibular, nas relações com a família ou com as amigas, Fani passa por várias novas experiências e continua a fazer o seu filme, por caminhos às vezes cheios de romance e felicidade, às vezes duros e nebulosos. A envolvente série, que já conquistou milhares de leitores e leitoras em todo o Brasil, promete, neste terceiro livro, muito mais emoções. E o comovente filme de Fani continua a ser escrito..."

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Fazem exatamente 16 minutos que eu acabei a leitura. Eu ainda não consegui me recuperar da leitura.

De tudo.

FMF 3 tem uma única palavra que o descreve: emotivo. Tudo relacionado a ele é a emoção: amor, tristeza, alegria, tudo. Eu não sabia que podia existir um livro assim. Tão real.

Neste livro, Fani volta do intercâbio na Inglaterra, agora prestes a fazer 18 anos. Ela espera que esteja tudo como antes, mas a verdade é que nada ficou como estava. Sua família, suas amigas, sua vida. Ela cresceu, amadureceu, e bem, ganhou um pesinho extra também. Fani mudou.

Tudo o que ela quer é namorar e recuperar o tempo perdido com Leo. Mas ainda precisa fazer o esperado vestibular para Cinema, com que ela tanto sonhou. Ela começa a fazer o cursinho, estudando o tanto que pode.

O livro agora foca mais no que acontece com Fani e Leo. Deus, este garoto é muito ciumento, ele sente ciúmes do Christian, o ex lindão da Fani, que ficou lá na Inglaterra. Ciumento, fofo, querido e é do tipo eu-quero-agora-mesmo. Ou melhor, eu preciso de um Leo pra mim. Agora entram questões mais sérias sobre o relacionamento de namorados, amigos e família. Como você se sente quando tudo está mudando? E o que fazer quando sua mãe quer que você preste um vestibular que você sequer sonhou prestar? E quando ter uma primeira vez?

Também fala de coisas mais simples, sobre a amizade e as coisas que conseguimos aproveitar, sobre como os filmes são tão diferentes da vida real...
Fazendo meu filme 4
Próximo livro, cadastrado
no skoob pela autora
dia 4/4

É isso que Paula Pimenta aborda em FMF 3. São questões de uma jovem, que já deixou de ser adolescente e agora está entrando para a vida adulta. Sua decisões tem de ser adultas. Sem essa de ficar chorando o tempo todo, muito embora ela recupere a choradeira de FMF1. Ou pior ainda.

Fani ainda tem muitas inseguranças, muitas mesmo, mas está mais decidida do que quer para ela. Tenta a todo custo conciliar o namoro com os estudos, já que ela perdeu o vestibular do ano passado. Ela agora tem mais uma amiga, a Ana Elisa, com quem troca e-mails constantemente. Assim como mantém as conversas praticamente diárias com Natália (agora noiva do irmã da Fani, Alberto), Priscila e Gabi. Tenho que dar esse crédito à Fani, ela realmente sabe se organizar e estabelecer prioridades.

O Leo se mostra completamente fofo e ciumento (acho que já falei isso não é?). Ele é super paciente com a Fani enquanto ela se dedica ao vestibular, e ainda mais esperando o tempo suficiente até a primeira vez. Ai, ele é todo lindinho, eu queroooo. ^^

O romance de Fani e Leo começa a dificultar quando apareceno blog dela um comentário do Christian, todo intimidado, o que deixa o Leo furioso. Ele mesmo diz que tem ciúme do tal ex, porque este ocupou o lugar dele por um tempo, mesmo que Fani tenha escolhido o Leo. De verdade, o Christian é bem sem-noção. Ele fica atrás da Fani durante um bom tempo, e eu não vou contar, eu disse para mim mesma que não iria contar. Tá. Respira. Mas, por algum motivo, Christian aparece com uma nova oportunidade para Fani, o que complica ainda mais.

FMF 3 fala de amor. É um livro focado nisso, sobre como nós vivemos e aproveitamos o romance (não que eu esteja falando sobre experiências próprias), como nós criamos ele e o alimentamos a cada dia. Não sou a pessoa mais indicada pra fala sobre namoro, mas sou eu quem está escrevendo a resenha, então tudo isso é baseado no que eu li, no que eu vejo e no que eu espero poder sentir.

É bem assim mesmo, se for olhar. Quase tudo o que sentimos imaginamos antes, como vão ser as coisas, o que vai acontecer. O livro também fala sobre o destino quando a Fani, a Natália e a Gabi vão à dona Amélia, que é cartomante. Fani tira lições em cima do que a Amélia fala, sobre o namoro e o que vai acontecer na vida profissional.

E prestem atenção em todas as mensagens que o livro dá. Gente, elas são incríveis, eu adoro todas elas, inclisive hoje à tarde ou amanhã eu vou anotar as minhas preferidas e eleger a melhor para por no mural do skoob. São lindas.

Então, agora é só esperar por FMF 4, que eu vou conseguir não sei quando.

Super recomendo, se você tem alguma dúvida quanto a ler esta série (eu tinha), não tenha medo, pois ela fala só sobre a vida. A vida das adolecesntes, das jovens, todas as vidas.

PS.
Levei quase quarenta minutos para escrever esse pouquinho. Que tristeza...

09 março, 2012

Resenha Fazendo meu filme - Fani na terra da rainha de Paula Pimenta

Fani na terra da rainha, segundo volume da trilogia "Fazendo meu filme", foi escrito por Paula Pimenta. Editora Gutenberg, 325 páginas.

"Depois de conquistar milhares de leitores e leitoras, a nossa doce e querida Fani volta ainda mais divertida e encantadora. O segundo volume do livro Fazendo meu filme apresenta as aventuras de Estefânia Castelino Belluz na terra da rainha. Sim, na Inglaterra! Longe do grande amor, ela passa por momentos de alegria, dor, saudade, tristeza e, mais do que isso, pode conhecer melhor a si mesma. Sem deixar de lado suas amigas inseparáveis e sua família, ela consegue, no outro continente, viver momentos cheios de suspense, revelações, aventuras, descobertas e emoções fortíssimas! Feliz, triste, preocupada, ansiosa, temerosa, otimista, insegura, cheia de si, apaixonada, desiludida, seja como estiver, Fani mostra a cada página deste livro que não é mais aquela menina tão frágil que muitas vezes se escondia por trás de sua timidez.

Mais do que a história de uma adolescente que se encoraja a fazer intercâmbio e morar fora por um ano, este livro fala de um grande e delicado amor. Em meio a uma avalanche de sentimentos e acontecimentos surpreendentes, ela consegue viver intensamente na Inglaterra, conhecendo pessoas que conquistam seu coração e sua amizade para toda a vida. Porém, o melhor filme de sua vida ainda está para ser contado, ou melhor, vivido…"
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Talvez eu mude de ideia sobre o meu favorito, pois, sem dúvida, FMF 2 é muito melhor que FMF 1.


Agora Fani está na Inglaterra, fazendo o intercâmbio de um ano de duração. Longe da família, dos amigos e do que ela considera namorado, o Leo. Tudo é diferente, e ela tem que se adaptar.

Sua nova família é bem gentil e carinhosa, e Fani se dá bem com Tracy, sua “irmã” um ano mais nova na casa. Tracy se encarrega de mostrar tudo à Fani, todos os lugares da cidade Brighton, onde ela mora, e também de Londres. Uma semana depois de Fani chegar, elas estão na sorveteria, e conhecem Alex e o primo dele Christian. Tracy se apaixona por Alex, e Fani se torna amiga do Chris, que também fala português.

O único problema é que Christian se mostra interessado de verdade em Fani.

Mas ela ainda não esqueceu Leo, mesmo que não tenha muitas certezas do que ela está realmente vivendo. Em um determinado ponto, ela resolve voltar para o Brasil, passado só um mês de intercâmbio, pois não quer que ele deixe dela. É aí que Leo conta para ela que já está na companhia de outra menina. E tudo muda completamente – desde o que Fani faz até o que se segue em diante.

Bom, como eu disse antes, eu gostei muito mais desse livro do que do primeiro. Criei expectativas sobre ele, e elas aconteceram.
 
A minha primeira expectativa era sobre a própria personagem, a Fani. No FMF 1, meu Deus, qualquer coisa e ela começava a chorar! Não é assim, e ela acaba descobrindo isso. Na Inglaterra, tudo é muito diferente, e ela tem essa oportunidade de mudar. Ela se torna mais madura, começa a aprender como se virar sozinha e a tomar suas próprias decisões. O intercâmbio serve para que ela se conheça melhor.
 
Eu nunca deixo de comentar os personagens, não é? E hoje não pode ser muito diferente. Eu adorei a Ana Elisa, a amiga brasileira na escola da Inglaterra da Fani. Ela super legal, e me lembrou da Gabi, a outra amiga da Fani. Também simpatizei com a Tracy, a irmã da família que hospeda a Fani em Brighton. Ela é legal também, apesar de meio maluquinha. Os irmãozinhos da Tracy, o Tom e o Teddy, são fufuchos demais! E tem o Christian. Ele dá para o status de melhor amigo, só é meio grudento. Ele fica o tempo com atrás da Fani, embora seja um sinal (um farol, na verdade) de que ele está apaixonado, fica até meio chato.
 
Mas, apesar das reviravoltas que acontecem, todos - e digo todos mesmo! - têm um final feliz. :)
 
Adorei FMF 2, ele é realmente lindo. Sem comentar as frases de filmes em todo o começo de capítulo... S2 Agora é só esperar por FMF 3, que talvez apareça aqui em casa na segunda-feira!

05 março, 2012

Resenha Fazendo meu filme - a estreia de Fani de Paula Pimenta

A estreia de Fani, primeiro volume da trilogia "Fazendo meu filme", foi escrito por Paula Pimenta. Editora Gutenberg, 327 páginas.

"Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.
'Fazendo meu filme' nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades. "
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Sinto muito, Paula Pimenta, mas o meu favorito ainda é Minha vida fora de série. Não tem nem comparação.

Em FMF (Fazendo meu filme), três anos depois de MVFS, a personagem principal é a Estefânia Castellino Belluz, chamada de Fani por todos. Ela é super apaixonada por filmes, e tem uma coleção enorme. Também tem um amor platônico pelo professor de biologia, sua principal função durante a aula é trocar bilhetinhos e tem uma melhor, melhor amiga.

Só para informar, o começinho do livro é bem sem graça. Não tem uma história formada ainda, só ela contando coisas e blá-blá-blá, mas nem tem muito sentido. Ela faz uma prova para fazer intercâmbio, passa umas dez páginas, sai o resultado, ela passa em primeiro e morre um pouco do assunto aí.

A verdadeira emoção começa quando o melhor amigo dela, o Leo, começa a ficar com a garota mais insuportável do mundo, Vanessa.

O Leo (já falei dele na resenha de MVFS) é aquele amigo engraçadinho e todo fofo, que adora música de gravar CDs para dar de presente. O único problema é que ele, segundo as amigas da Fani, é apaixonado por ela. Mas essas suspeitas mudam quando ele sai com a Vanessa.

Como eu falei, é aí que tudo se torna mais interessante. Fani descobre a verdade verdadeira sobre o professor de biologia, Marco (huahuahua, bem feito, professorzinho de araque!) e começa a se preparar emocionalmente para o intercâmbio para a Inglaterra, mas a última coisa que ela sente é a segurança. Será que o Leo gosta mesmo dela? Se sim, o que ele está fazendo com a nojenta da Vanessa?


Próximo livro :)

Bem, para “os casais mais fofos dos livros [parte 2]”, eles estão concorrendo. O Leo é muito fofo mesmo, mas a Fani, meu Deus, ela podia chorar menos, né? Tudo o que acontece ela já abre o berreiro. Querida, acorda pra vida! Além de ser um bocadinho teimosa. As amigas da Fani, Gabi e a Natália, são ótimas, sempre ajudando e por perto. Também aparecem a Pri e o Rodrigo, mas eles não têm um papel muito grande, estão só como amigos do Leo, da Natália e da Fani.
 
Mas o livro em si é uma graça, sem contar nas frases de filmes em todo o começo de livro. São muito lindas!, eu me apaixonei. Gosto muito também da escrita da Paula Pimenta, é simples e mais informal que dos outros livros, porque retrata a adolescência em si.

Recomendo!, e espero pelo próximo muito ansiosamente.

19 fevereiro, 2012

Resenha Minha vida fora de série de Paula Pimenta

Minha vida fora de série foi escrito por Paula Pimenta. Editora Gutenberg, 405 páginas.


Sinopse:
Mudar de cidade é sempre difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela quer realmente representar/ Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar, e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante para se conhecer: ela mesma.

Quem gosta da série “Fazendo meu filme” não pode perder o livro de estréia desta nova série de Paula Pimenta. Situado no mesmo universo ficcional, temos a oportunidade de acompanhar alguns dos nossos já adorados personagens, três anos antes da história de “Fazendo meu filme” começar.
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Confesso que a princípio, eu não estava muito empolgada com a possibilidade de ler o livro. Mas minha amiga da escola fez bastante propaganda, e acabei cedendo.

O livro conta a história de Priscila, que acaba de se mudar com a mãe para Belo Horizonte, depois da separação dos pais, e até então vivia em São Paulo. Ela não conhece ninguém lá, a não ser a prima Marina, com quem se acostuma facilmente e faz amizade. Como ainda são férias, janeiro, então ainda há um bom pedaço sem aulas para aproveitar.

Marina leva Pri (como Priscila gosta de ser chamada) para um clube em BH, onde ela conhece Clara e Natália, conhecidas da prima, e se torna amiga delas. E lá também conhece o Marcelo.

“A Clara olhou sutilmente para trás, como se estivesse procurando alguém perto do lugar onde os meninos estavam, e logo se voltou para mim, sorrindo. ‘Ah, então você tem bom gosto, hein? Aquele é o Marcelo. Ele tem 18 anos e é o guitarrista da Guarda Moderna! ’”

Mas, além de tudo, o Marcelo é bem pegador. E numa festa do clube, aonde Pri vai com as meninas e conhece a Fani (de Fazendo meu filme), ele declara uma música para ela e depois, tenta beijá-la. Era tudo o que Pri mais esperava, mas não daquele jeito! Então dá o fora nele, deixando-o sozinho.

Quando as aulas começam, Pri, na mesma turma da Natália (8° ano A), conhece um garoto muito fofo, o Rodrigo, e que apesar da personalidade, ele é muito parecido fisicamente com o Marcelo. E é aí que começa a confusão...

“Assim que respondi, resolvi me levantar novamente, pois fiquei curiosa pra ver quem era o garoto que tinha descoberto o meu ponto fraco. Quando olhei para ele, quase tive um ataque do coração. Embora um pouco menor, ele era exatamente igual ao Marcelo.”



Oh, eu simplesmente AMEI esse livro! É uma escrita simples, não muito detalhada, mas simples e divertida, como é Pri quem narra então todos os pensamentos dela estão ali também.

E o mais diferente de tudo é a história. Ok, a parte de ir para uma cidade nova e tudo o mais já é batida; mas o que acontece é o diferencial. Nessas histórias não sobrenaturais, quase sempre não tem um vilão, e aqui, apesar de ele ser só mais malvado, é sim o “vilão”. Tive vontade de estapeá-lo, eu juro. Assim como a Pri algumas vezes, porque, querida, acorda!, você tem 13 anos, então se liga!

Eu também amei os personagens. No início, achei que a Marina seria aquela chatinha que sempre tem, mas na verdade não. Adorei ela e também a Natália, minha xará, hehe. O Rodrigo é a coisa mais fofa do mundo, toca bateria, gosta de música e escreve poesias lindas! O Leo, amigo da Natália e do Rodrigo, é brincalhão e está sempre fazendo piada, e me lembrou o Leo de O Herói Perdido, do Rick Riordan. Enquanto o Leo de MVFS chama a Pri de PRIncesa, o Leo de OHP chama a Piper de “Rainha da Beleza”.

Sem contar a fascinação da Pri por seriados. Ela começa com isso quando ganha da Marina de aniversário a primeira temporada de Gilmore Girls – Tal mãe, tal filha, e depois começa a procurar várias outras séries. Cada capítulo começa com uma frase de uma série, e sempre condiz com algo que vai acontecer.

Super recomendado, e agora vou dar um jeito de ler Fazendo meu filme. Palmas para Paula Pimenta!
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