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28 janeiro, 2013

Resenha Sereia de Tricia Rayburn

SereiaSereia (Seria #1)
Autora (a): Tricia Rayburn
Editora: Verus
Páginas: 306

Sinopse: 
Vanessa Sands, de 17 anos, tem medo de tudo – do escuro, de altura, do mar –, mas sua destemida irmã mais velha, Justine, está sempre por perto para guiá-la a cada desafio. Até que Justine vai mergulhar num precipício uma noite, perto da casa de veraneio da família em Winter Harbor, e seu corpo sem vida aparece na praia no dia seguinte.  Depois de descobrir que Justine estava escondendo diversos segredos, Vanessa volta para Winter Harbor, esperando que Caleb, o namorado de sua irmã, possa esclarecer algumas coisas, mas o garoto está desaparecido. Logo, não é apenas Vanessa que está com medo. Winter Harbor inteira fica em alvoroço quando outro corpo aparece na praia, e o pânico se instala à medida que a pequena cidade se torna palco de uma série de acidentes fatais relacionados com a água, em que as vítimas são encontradas sorrindo horrivelmente de orelha a orelha...


23 outubro, 2012

Resenha Formaturas infernais

Formaturas InfernaisFormaturas Infernais foi escrito por Meg Cabot, Lauren Myracle, Kim Harrison, Michele Jaffe e Stephenie Meyer. Editora Galera Record, 153 páginas.

"Nessa emocionante coleção de contos de terror, as autoras bestseller Meg Cabot (O Diário da Princesa), Stephenie Meyer (Twilight), Kim Harrison, Michele Faffe e Lauren Myracle se reuniram para mostrar que a formatura pode ser um evento muito mais aterrorizante do que se pensa. Problemas no guarda-roupa e um par que dança mal não são nada comparados a descobrir que vocês está dançando com a Morte – e que ela não está aqui para elogiar seu vestido. De problemas com vampiros até uma batalha entre anjos e demônios, estas cinco histórias vão divertir mais do que qualquer DJ em um terno brega. Nada de limusine ou vestido de gala: só uma grande dose de assustadora diversão."

01 outubro, 2012

Resenha Amanhã Você Vai Entender de Rebecca Stead

Resenha postada em Artigos em geral


Amanhã Você Vai EntenderA jovem Miranda Sinclair precisa desvendar um enigma na Nova York do final da década de 1970. Em Amanhã você vai entender, seu melhor amigo é agredido na rua, um estranho pode ter invadido a casa dela e uma série de bilhetes, que ela não compreende nem tampouco sabe quem escreve, alerta sobre a morte de alguém. Alguém que ela poderá ajudar a salvar. À medida que as mensagens chegam, Miranda percebe que quem as escreve sabe de detalhes de sua vida que ninguém deveria saber. E, conforme as peças do quebra-cabeça se encaixam, ela finalmente percebe que a resposta sempre esteve ali, bem em sua frente - mas o tempo é ardiloso: guarda hoje momentos que só amanhã você vai entender.
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Resenha O Céu Está Caindo de Sidney Sheldon

O Céu Está CaindoResenha postada em Artigos em geral


"O romance conta a história de Dana Evans, jornalista que volta de uma temporada em Sarajevo, na Bósnia, onde adotou um problemático menino de doze anos que perdeu sua família na guerra. Ao entrevistar um jovem milionário candidato ao senado americano - o descendente de uma das famílias mais poderosas do mundo -, envolve-se em um caso intrigante e perigoso."
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28 julho, 2012

Resenha Fome de Michael Grant

Post publicado em http://nat-furlan.blogspot.com.br/2012/07/livro-1-fome-de-michael-grant.html, por mim.

Fome, segundo volume da série Gone, foi escrito por Michael Grant. Editora Record, 532 páginas.


"Já se passaram três meses desde que todos os menores de quinze anos ficaram presos na bolha conhecida como o LGAR. As coisas só pioraram. A comida está acabando, e as crianças cada dia mais estão a desenvolvendo habilidades sobrenaturais. Logo ocorrerá tensão entre aqueles com poderes e os sem 

poderes, e poderá ocorrer uma tragédia indescritível, irrompendo o caos. Normais contra os mutantes, e uma batalha com rumo sangrento. Mas há algo escondido que é mais perigoso. Uma criatura sinistra conhecida como a Escuridão começou a chamar os sobreviventes do LGAR. Ela precisa de seus poderes para sustentar a sua própria. Quando a Escuridão chama, alguém vai responder – com consequências fatais. "
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20 abril, 2012

Resenha O caso dos dez negrinhos de Agatha Christie

O caso dos dez negrinhos foi escrito por Agatha Christie. Editora Abril Cultural, 205 páginas.

Sinopse:
"Dez pessoas são convidadas pelo misterioso U.N. Owen para passar alguns dias numa ilha perto de uma aldeia pouco movimentada. Os convidados aceitam o convite e de igual maneira embarcam num barco local para a ilha. Na primeira noite, quando todos já se conheciam razoavelmente bem e conviviam animadamente na sala, ouve-se uma voz vinda das paredes da sala, acusando cada um dos dez presentes de ter cometido um crime, crime esse que apesar de ser despropositado ou inevitával, levou à morte de outras pessoas. O pânico instala-se e mortes inexplicáveis se sucedem, tendo por única pista uma trova infantil."
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Eu esperava que o livro fosse algo como o de Sidney Sheldon, Manhã, Tarde & Noite. Humpf. Até parece. :P

O livro começa com os oito personagens principais (os outros dois aparecem só depois). São (ou eram) eles: o Juiz Wargrave, Vera Claythorne, Philip Lombrad, Anthony Marson, General Macarthur (nome é assim mesmo), Emily Brent, Dr. Armstrong e  ops, eu esqueci o nome... Ah sim, Willian Henri Blore.

Bem, voltando. Todos eles são convidados para visitar a famosa Ilha do Negro, que era a casa de um milionário norte-americano até que ele resolveu vender a ilha. Acabou sendo comprada para um tal de Sr. Owen.

Para chegar à ilha, era necessário usar um barco. Quando todos os oito convidados chegaram, foram recepcionados pelo Sr. Rogers e pela esposa dele, Sra. Rogers.

Era tudo muito bonito, em todos os quartos havia um poeminha sobre dez negrinhos - é claro, era o Ilha do Negro.

Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove
Um se engasgou então ficaram nove.
Nove negrinhos sem dormir; não é biscoito!
Um cai no sono então ficaram oito.
Oito negrinhos vão à Devon de charrete
Um não quis mais voltar, então ficaram sete.
Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis

Que um deles se corta, e então ficaram seis.
Seis negrinhos de uma colméia fazem brinco;
A um pica uma abelha, e então ficaram cinco.
Cinco negrinhos no foro, a tomar os ares;
Um ali foi julgado, e então ficaram dois pares.
Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez
O arenque defumado, e então ficaram três.
Três negrinhos passeando no zoo. E depois?.
O urso abraçou um, e então ficaram dois.
Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então ficou só um.
Um negrinho aqui está a sós, apenas um;
Ele então se enforcou, e não sobrou nenhum.

Na hora do jantar, enquanto todos estavam comendo, feliz da vida com a semana de férias que teriam, quando ouvem uma gravação vinda de sei-lá-onde. Uma voz gravada anunciou todos os nomes deles, e o nome das pessoas que tinham matado. Todos eles apareciam na gravação e todos eles tinham cometido um crime.

Assim que a gravação terminou, a Sra. Rogers se assustou e desmaiou, completamente nervosa pelo que acabara de ouvir. Enquanto eles ainda estavam na mesa de jantar, discutindo sobre a gravação, Anthony Marson  toma a bebida do seu copo, ele engasga e morre. Na manhã seguinte, a Sra. Rogers também aparece morta.

É assim que começa uma estranha sequência de mortes na Ilha do Negro. Não é possível sair de lá, pois o mar está muito agitado com as tempestades, então nada de um barco se aproximar. As mortes se seguem, cada uma mais horrível que a outra e - adivinhem! - acontecendo igualzinho como nos poemas.

Eu recomendo para aqueles que gostam de serial killers, daqueles bem pesados. Eu não consegui gostar do livro porque estava meio ocupada com medo! É sério, eu descobri que ODEIO serial killers. Se eu gostasse, teria uma nota quatro de cinco (vide Skoob) mas eu não gosto, então um dois de cinco tá perfeito.

PS.
Eu sei que a imagem ficou péssima...

13 janeiro, 2012

Resenha Manhã, Tarde & Noite de Sidney Sheldon


Harry Stanford, um dos homens mais ricos e influentes do mundo, morre afogado em circunstâncias suspeitas ao cair de seu iate na tempestuosa costa da Córsega. Ele havia acabado de anunciar o desejo de modificar seu testamento. Quando seus filhos – e herdeiros – se reúnem, depois do funeral, surge uma linda jovem que afirma ser filha do magnata. Agora, ninguém sabe se ela é uma impostora ou se teria Stanford sido assassinado por algum de seus familiares.

Fonte: Editora Record
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Logo no começo do livro, o rico empresário Harry Stanford está sendo perseguido por pessoas que tentam fingir que não o estão perseguindo. Ele sabe quem são essas pessoas, mas nós, caro leitor desta resenha, só vamos saber lá no final.

Porém, sr. Stanford consegue fugir de seus perseguidores, driblando-os. Mas tem que fugir rapidamente em seu iate para Córsega, onde finalmente estará seguro. Porém, havia uma enorme tempestade no momento em que navegavam, e Harry Stanford acaba caindo no mar e se afogando.

Então, após o funeral, os herdeiro, filhos de Harry, se reúnem para a leitura do testamento. Provavelmente você está pensando: é, eles ficaram feliz em se rever e tudo o mais!

Entretanto, Harry Stanford poderia ser um homem rico e muito poderoso, comandando a Stanford Enterprises, mas ele era frio, ganancioso e mau. Assim que sua esposa Emily morrera, após descobrir que ele engravidara a governanta Rosemary, Harry mandara os filhos para diferentes lugares: escolas militares, internatos e por aí vai, onde passaram a infância e só serviu para alimentar a raiva deles contra o pai.

Eram três filhos: Tyler Stanford, um famoso juiz em Chicago. Kendall Renaud (que usava o nome do marido), estilista e dona de uma importante grife. E Woody Stanford, que se casaram com uma garçonete quando a engravidara e agora praticava pólo com pôneis emprestados de uma amiga.

E quando vão ler o testamento, descobrem que há a possibilidade de uma nova herdeira parecer, a filha de Harry Stanford e Rosemary Nelson, Julia. Seguindo o testamento, ela teria o direito de uma parte igual da herança.

E quando Julia aparece para reivindicar sua parte, os advogados de Harry Stanford, Simon Fitzgerald e Steve Sloane começam a investigar o caso para descobrirem se a morte do empresário foi mesmo um acidente, pois tudo indica que sim. Mas o que indica nem sempre é verdade...

A verdade? Esse livro me surpreendeu! Eu não esperava muita coisa, pois não conhecia nada do autor, só sabia dele porque minha tinha o livro. Num belo dia, comecei a ler e ta-dá! Uma descoberta literária!

O que eu mais gostei foi a maneira que ele escreve, quer dizer, eu acreditei no que estava acontecendo, só para descobrir que não era nada daquilo. A localização também é detalhada, como se estivesse dando o endereço de uma casa. Tudo é meticulosamente medido para que o final entre e combine perfeitamente.

05 dezembro, 2011

Entre as linhas dos livros [#4]

                                 

O livro A Mão Esquerda de Deus vem me surpreendendo cada vez mais. Eu li esta frase no mesmo dia em que postei a outra, mas não quis fazer no mesmo dia. Mas agora vai:

 "Qualquer idiota pode dizer que não confia em ninguém. O problema é que às vezes é preciso. As pessoas podem ser nobres, abnegadas e todas aquelas outras qualidades admiráveis. Elas existem, mas a questão é que essas virtudes nobres tendem a ser inconstantes. Ninguém espera que um homem bem-humorado ou uma mulher bondosa sejam assim o tempo inteiro todos os dias. Mas, mesmo assim, ficam chocados quando uma pessoa é confiável durante um mês ou um ano e deixa de ser por uma hora ou um dia."

Livro A Mão Esquerda de Deus, páginas 151 e 152, de Paul Hoffman.

Essa é uma boa lição. Às vezes deixamos de confiar nas pessoas porque uma vez, à bastante tempo, essa pessoa deixou de ser confiável. Se fosse assim, não seria possível confiar nem em si mesmo, pois por mais que sejamos confiáveis, sempre deixamos alguma coisa escapar.
E isso de dizer: "Eu não confio em ninguém", é a maior mentira. Algum dia você vai precisar confiar em alguém, mesmo que não queira.
Não precisa sair contando seus segredos para todo mundo, só para as pessoas mais próximas. Além de ser um gesto de confiança e amizade, quando você confia algo à uma pessoa, você também se sente aliviado por dividir aquilo com alguém. É uma ótima forma de desabafar.
                                

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